"Entre o dicho y o hecho, hay um trecho" ou Novas notícias das terras Mexicanas
Mais um mês aqui nessas terras mexicanas e pude vivenciar um pouco mais desse universo tão familiar e tão diverso ao brasileiro. Saí da Cidade do México rumo às florestas úmidas litorâneas do estado de Veracruz, conhecidas como Bosque de Niebla, traduzindo, Mata de Neblina, ou seja, a Mata Atlântica mexicana, entretanto, sem os abundantes rios e corrégos. A paisagem não se pode diferenciar de Paraty ou Ubatuba: Guapuruvus, Jerivás, Jacarandás, Erytrhinas, Ingás. Parece que as espécies de fauna e flora também gostam muito de viajar, assim como os humanos, e por aqui chegaram muito antes de mim, ou daqui se foram?
Fui conhecer um centro de Agroecologia coordenado por uma famìlia, o "Las Cañadas", com casinhas estilo Gaudí, lindas hortas em mandala e uma cooperativa com os funcionários, tudo bem organizado e envolto pela linda paisagem do vulcão nevado chamado Orizaba. O centro se mantém de oferecer cursos ao pessoal urbano interessado em construções alternativas e produção de alimentos agroecológicos, em um esquema bem similar aos institutos de permacultura do Brasil.
Aproveitei para conhecer os cafezais baixo sombra, que participam de um projeto da Universidade de Chapingo, a maior universidade rural do país, onde apesar dos cursos convencionais à la modelo Revoluçao Verde, conta com um Departamento de Agroecologia.
A história desse departamento se liga a propria história da Agroecologia. Foi o etnobotânico Efraim Hernandez Xolocotzi, que desde a década de 40, catalisou um processo de pesquisa e reconhecimento dos saberes dos campesinos, em sua maioria indígenas, iniciando um
processo de criação de Bancos de Sementes Criollas e valorização das tecnologias tradicionais. Não por coincidência, pioneiros como Grisman e Altieri, aqui realizaram importantes pesquisas sobre os conhecimentos tradicionais dos camponeses.
Já havia visitado esse esse centro de pesquisa, em Texcoco, onde pude conhecer os campos experimentais agroecológicos e um coletivo de estudantes, que me fez lembrar o "Grupo de Agricultura Ecologica" da Federal Rural do Rio de Janeiro. Esse coletivo mexicano, chamado "Siembra, Lucha e Cosecha", trabalha em diferentes comunidades difundindo a Agroecologia, principalmente, em relacao a sua proposta de trasnformaçao social atraves da auto suficiência produtiva e organização social.
Entrevistando os diretores e professores da universidade, senti que apesar de ter sido um departamento de Agroecologia pioneiro, seus professores estão focados na Agroecologia como pesquisa científica. Uma de suas justificativas para o pouco trabalho com camponeses foi a falta de apoio do estado, que por exemplo, possui uma campanha chamada "Kilo por Kilo", onde agricultores levam às Secretarias de Agricultura, um quilo de sementes criollas, para trocar por um quilo de sementes híbridas, ganhando também gratuitamente o fertilizante e o defensivo industrial, fomentando a dependência dos pequenos agricultores aos pacotes agroindustriais.
Entretanto, os professores se mostraram muito interessados em proporcionar convênios oficiais entre sua universidade e experiências agroecológicas brasileiras, incluindo trocas de sementes, já que para eles o Brasil é um dos países onde o movimento agroecológico está mais forte mundialmente.
Após esse breve parênteses sobre a Universidade de Chapingo, posso contar sobre o espanto que me causaram os cafezais mexicanos. Primeiro, porque eles eram invisíveis aos meus olhos, pois onde me apontavam como puro cafezal, eu só podia ver floresta. E em algumas partes, floresta primária, ou seja, muito antiga. Segundo, porque quando entramos na densa mata, pude reconhecer os pés da planta, minhas conhecidas dos cafezais mineiros de meus parentes da Água Santa (MG). Que incrível, já havia visto as infinitas plantações de cacau baixo sombra da Venezuela e de Ilhéus, mas o café ainda não!!!!!
Há anos havia me chegado a informação de que é uma espécie natural do bosque sombreado etíope, e por já ter encontrado diversas plantas dentro das matas caiçaras, memória arbórea de um ciclo produtivo que passou, tinha a informação, mas não poderia imaginar tamanha beleza!
Fiquei imaginando o mar de morros mineiros e o Vale do Paraíba, hoje pelados e cheios de feridas erosivas inférteis, cobertos pela densa mata atlântica, que no passado encantou tantos viajantes naturalistas... Ooooo céus, por quê!!!????? Por que nossos antepassados cafeicultores não utilizaram o mesmo modelo?
Estava eu a ponto de chorar, quando descobriram que no grupo de técnicos agrícolas havia uma brasileira. Virei uma celebridade, os agricultores queriam tirar fotos comigo, me perguntavam curiosíssimos qual a espécie mais cultivada no Brasil, porque, para aquela comunidade de cafeicultores, o Brasil e seu café são simplesmente o máximo. Brasil - o país do café, me diziam! A que custo, eu me perguntava...
Contei que no Brasil haviam cortado imensas florestas, e as reduzido em cinzas para plantar o bendito café, em pleno sol. E então o espanto foi geral, não podiam acreditar. "Mas como?", me perguntavam. Respondi que não sabíamos que se poderia plantar dentro da floresta, e o choque foi maior ainda. Contaram que eles haviam feito essa experiência uma vez, e foi muito ruim, e voltaram a replantar suas florestas, porque da floresta não colhem só o café, tem a lenha, tem as frutas, tem os bichos, e além disso, a floresta fornece adubo gratuito, com as folhas e galhos que caem no solo, sem falar na água, que a floresta traz. Pude entender porque os pioneiros da Agricultura Sustentável Contemporânea vieram por aqui conhecer esse povo...
Os professores me contaram então, que 90% da produção cafeicultora do México é produzida por comunidades indígenas, em pequenas propriedades ou em terras coletivas, outro modo de propriedade muito comum aqui. Foi o conhecimento indígena que com toda sua força de resistência pode manter as florestas e tudo o mais que a ela está associada.
Da raíz à luta por mantê-la.
Parti em direçao à Oaxaca, pensando em como o conhecimento indígena guarda as chaves para que a sociedade atual possa aprender o que deveria ter aprendido há séculos, sobre o manejo dos ambientes que destruiu com seus métodos suicídas. Bem longe do ideal do bom selvagem rousseauniano, mas se acercando das novas tecnologias que proporcionam o contato entre culturas tão vizinhas e tão distantes muitas vezes.
Cruzei a Sierra Madre, por uma estrada que corta precipícios cobertos de cactus e pequenos arbustos, cânions e maravilhosas montanhas. No meio da noite de lua cheia, pude ver círculos de fogo no meio do chaparral, mas não eram de queimada, cintilavam como se fossem velas ou algo do tipo. Uma visão intrigante. Depois, pude saber, que nesse sertão agreste, onde parece não morar ninguém, é o lar de pequenos grupos de indígenas, muito respeitados e um tanto temidos, por suas pajelanças, consideradas muito poderosas.
Imersa nesse universo de um país onde a raiz indígena não pode ser mascarada ou recriada com tintas literárias idealizadas, cheguei a esperada Oaxaca. E neste lugar, onde 16 etnias linguísticas habitam, pude ver o alcance real de sua presença.
Na casa onde fiquei, comecei a conhecer a rica culinária local, cheia de pratos com folhas de cariru, erva de santa maria, plantas espontâneas do campo, sementes de abóbora, de girassol, amaranto, como dizia minha anfitriã, nós somos descendentes de indígenas, sabemos tudo que pode ser comido e comemos com prazer. Para além das deliciosas pamonhas de Oaxaca, que enfim pude comer, comi gafanhotos fritos, flores de abóbora, uma bebida tipo leite, tirada do milho seco cozido, bebidas alcoólicas fermentadas e as maravilhosas vagens de Leucena, uma fina iguaria, e origem do nome Oaxaca, que na verdade é uma corruptela de Guajaca, ou bosque de guajes, ou vagens.
Logo no primeiro dia, caminhando pela praça central, ou Zócalo, encontrei uma marcha, como chamam aqui as manifestações, e esse foi o cenário de todos os dias quando por esta zona passava. Indígenas de diferentes partes vinham protestar por algum motivo, geralmente, fraudes do presidente municipal, e a maioria eram mulheres, com suas tranças de fitas, outras com um tipo de turbante característico de sua etnia, outras com vestidos de complexos bordados, cada grupo com suas particularidades. Umas aparentavam 80 anos, e fiquei pensando nessa cultura de resistência, porque jamais poderia imaginar nenhuma de minhas avós em uma passeata, carregando faixas e gritando por justiça. Traziam suas crianças, jovens, adultos, velhos, todos caminhando sabe se lá de onde, e aí chegavam para dizer que não estavam de acordo com o que estava lhes passando.
Foi em Oaxaca, que em 2006, uma greve de professores desencadeou uma das mais fortes rebeliões sociais da América. As ruas foram tomadas, canais de rádio e televisão, prédios públicos, um processo que pedia a saída do governador, e clamava por justiça social e o fim da corrupção. Milhares de organizações desse estado se juntaram e declararam a Assembléia Popular dos Povos de Oaxaca, a APPO. Mas, como sempre, as forças do status quo se armaram com unhas e dentes para manterem seus postos, já que a caída do governador por pressão popular poderia desencadear uma onda de movimentos similares por todo o país.
Grupos de paramilitares foram armados pelo governo estadual, iniciando uma onda de assassinatos de lideranças, e de prisões arbitrárias e uma forte campanha publicitária nos meios de comunicação. Uma das mortes mais emblemáticas foi a do jovem ativista Brad Will, assasinado enquanto filmava uma barricada. Hoje, seu assassino, que foi fotografado na hora do disparo, está livre. Um professor de educação física, envolvido no movimento dos professores está preso, sendo acusado como assassino. A testemunha de acusação é um repórter da Televisa, a Rede Globo daqui. Como esse preso, existem por volta de 35 presos políticos em todo o estado, sem falar nos mortos e quase uma centena de desaparecidos.
A violenta tática de mortes e desaparecimentos conseguiu causar uma desorganização no movimento e passou a ser utilizada em todo o país, onde, também sobre a bandeira de controle do tráfico de drogas, as casas podem ser invadidas, pessoas detidas sem maiores explicações e o clima é de exceção de direitos. Para se conversar coisas banais como a situação política do país, ou algum dado histórico de algum movimento social, é melhor não fazê-lo em lugares públicos, porque em toda a parte existe um clima de perseguição e denúncia de envolvidos com grupos de esquerda.
Já havia visto os seguidos caminhões do exército, cheios de soldados, as barreiras militares nas entradas da cidade, mas, um dia comendo em uma cantina com amigos, passa pela rua, uma caminhonete com a carroceria cheia de militares vestidos de preto, encapuzados e com metralhadoras e escopetas. Diminuem a velocidade e passam a nos observar. Na mesma hora me lembrei daquela música do Raul Seixas, metro linha 743, onde os homens com pistola na mão avaliam quanto vale sua cabeça pelo que se está pensando...
Fizemos cara de alienados comilões e eles se foram. Na manhã seguinte, tomamos conhecimento que uma jovem, filha do diretor de Direitos Humanos do sindicato de professores, havia sido sequestrada, torturada, violentada e morta, por um grupo de homens armados, provavelmente paramilitares. Uma clara represália contra aqueles que lutam pelos direitos humanos nesse estado.
Nessa mesma semana houve uma manifestação de 70.000 pessoas, na maioria professores reinvidicando melhores condições de trabalho, nos dias que se seguiram, fecharam as ruas principais com barricadas e também as estradas que ligam a cidade ao resto do país. Pude ver a infinidade de mulheres que sentadas nas barricadas faziam seus crochês, conversavam, decidiam seus turnos, e mais uma vez pude ver que eram a maioria no movimento. Guerreiras, mães, pessoas que não se calam diante das injustiças. Uma lição para toda minha vida.
Outro dia, passeando pelo campo com a mãe de um amigo, chegamos a uma fazenda abandonada em ruínas. Ao passar pelos escombros ela me perguntou se no Brasil também haviam existido fazendeiros. "Existiam não, existem", lhe respondi. Ela ficou impressionada. Me disse que fazendeiros eram coisa do passado, desde que a Revolução fez a reforma agrária. Depois disso passei a perceber as ruínas de grandes fazendas, e os lotes de terras de 1 hectare em geral, de cada agricultor. Parece que mesmo com todos os desmandos passados depois da Revolução, a herança da reforma agrária não pode ser apagada, e suas consequências se fazem notar até os dias de hoje.
Já que não podia sair da cidade, fui conhecer diferentes coletivos, como a Universidade da Terra, o Jardim Etnobotânico e o coletivo Casita, que trabalha com Tecnologias Apropriadas, ou seja, faziam diesel de óleo de cozinha, luz a partir de bicicletas, bombas dágua, liquidificadores de pedalar, uma maravilha! Também conheci um coletivo de organizações social, a Casota, onde havia de tudo, stencil, hortas urbanas, metareciclagem de computadores, cozinha social, espaço para teatro e cinema, muitas pinturas pelas paredes e uma loja com os produtos que os presos políticos elaboram na cadeia para ajudar financeiramente suas famílias. Impressionante como a aura de resistência política pairava sobre a cidade, mesmo que a maioria dos ativistas reclamassem da desorganização do movimento e sua divisão em diversas facções, muito influenciado pelos partidos políticos oficiais que entraram com tudo para cooptar lideranças sociais.
Deixei Oaxaca pensando nesse povo que vive uma história de 500 anos de resistência e parece que cada vez mais sente a vitória próxima, que vive essa cultura latinoamericana que em muitos lugares virou recordação saudosa de sábios senhores, rememorada em livros e filmes que falam dos anos 60 e 70. Em Oaxaca, 68 é agora. Nas ruas CDs de Victor Jara são vendidos por camelôs, e de novos músicos que cantam a história de seu povo. Nos cafés se contam as histórias de Violeta Parra, e tantas outras histórias de luta, repressão e coragem, são reflexos de um lugar que aqueles jovens lutadores dos anos 60 não se tornaram professores universitários contadores de um momento que participaram. Hoje esses senhores são exemplo de sua gente, para seguir lutando por mais dignidade e justiça. Aqui parece que ninguém vai desistir e existem muitos exemplos de que pode dar certo, como a pequeña Mazunte, uma vila de pescadores que conheci no Pacífico, que rechaçou uma proposta do governo de colocar uma estação de tratamento de esgotos com cloro, que jogaria no mar os dejetos, afetando a pesca, porque nesse lugar todas as casas têm biodigestores e disseram que querem seguir assim, que o governo deve ajudar a construir biodigestores para quem não tem ou nada feito.
Deixar Oaxaca foi difícil, pelas barricadas montadas pelos professores e pelo meu coração, que pode nesse lugar compreender um pouco mais do significado da palavra resistência, e sua relação com a palavra luta indígena.
Mas tinha compromisso em Tehuacan, e para lá segui, para conhecer o lugar onde foram encontradas espigas de milho de 5.200 anos a.C.
No berco do milho e seus pesadelos atuais.
Foi incrível conhecer lugares onde os canais de irrigação petrificados de milhares de anos cortam as modernas cidades e ver o que já havia constadado anteriormente, a paixão que esse povo tem pelo milho. Seja em montanhas escarpadas, seja em solos arenosos, por toda a parte se veem milharais. O que no Brasil é pasto ou soja, aqui é milho, plantado em pequenos lotes. Tehuacan e Coxcatlan sao mundialmente conhecidas por terem sido encontradas em suas montanhas os vestígios mais antigos de domesticação do milho.
Além de incríveis sítios arqueológicos, como o de Cholula, cheio de túneis subterrâneos e uma ocupação de 25 séculos contínua, encontrei coisas não tão maravilhosas em Tehuacan.
A começar com um odor pestilento que vinha das milhares de granjas de frango, depois, uma ida ao campo para conhecer um campo de tomates e milhos. Ao chegar, a paisagem era muito bela, um carro de boi arava o campo, flores, canais de irrigação, mas ao pisar nos canteiros notei uma cor verde sobre a terra. Pensei ser agrotóxico, depois vi que estava nas mãos dos agricultores, nos pés, nos tomates, em tudo! Era a água que irrigava a plantação, contaminada com uma mistura de água de esgoto e resíduos industriais tóxicos advindos das confecções de jeans. Um horror! E o cheiro que vinha dessa água era pior ainda. À tarde fizeram uma parada para comer, e pude ver suas mãos contaminadas comendo os tomates igualmente contaminados... Não podia crer no que via, uma cena de holocausto, meus amigos me disseram que as consequências dessa contaminaçao já estavam agudas, já que o número de crianças mortas por leucemia é altíssimo. Perguntei aos agricultores sobre essas mortes e eles me responderam laconicamente que era assim mesmo, o que poderiam fazer?
Em Tehuacan pude conviver com uma família de lìderes polìticos locais do PRI, e pude vivenciar festas onde as mulheres se sentavam de um lado, homens de outro, em uma estrutura conservadora que me fez sentir como foi o mundo de minhas avós.
Voltei à Cidade do México, pensativa, podendo refletir de que modo uma sociedade organizada e combativa pode resistir melhor aos atentados do sistema de consumo desenfreado e uma totalmente conservadora e resignada acaba morrendo calada e obediente.
De volta à grande cidade, me encontrei com mais uma leva da gripe suína, e todo esse clima de peste no ar, nos metrôs, sempre se está pensando em quem pode nos contaminar, uma situação de filme de suspense. E mais uma vez vi as notícias de não sei quantos milhares de dólares para comprar vacinas e tudo mais. Realmente essa doença existe, apesar de ainda não ter encontrado ninguém que a tenha sofrido, mas, e essa outra doença, a opressão dos povos, o genocídio ambiental que afeta os povos camponeses, a exploração do trabalho de tantos como nós mesmos? Para essa epidemia, não existem campanhas internacionais, propagandas, remédios de grandes coorporações, e aos que a ela se opõe são calados a tiros, sem que seus casos sejam julgados. Não se trata de romantizar a questão, mas um tanto de problematizar a realidade em que vivemos, afinal, tudo isso que vejo aqui, não é uma realidade distante da brasileira, pelo contrário, dramaticamente próxima.
E se aqui a Maggi é quem vende os caldos de galinha, a Monsanto as sementes e a Microsoft os softwares, é necessário que nós que construímos um mundo de sementes criollas, softwares livres e agroecologia criemos cada vez mais pontes entre nossos mundos tão próximos e tão violentados pelos mesmos atores, e com experiências de luta e conquistas que em muito pode fortalecer nossas estratégias, mas precisamos construir, porque como diz um ditado daqui: "Entre o dicho y o hecho, hay um trecho."
Grandes saludos a todos, perdão por esse artigo sair meio corrido, mas que já estou indo para o Chiapas e não tive tempo para elaborá-lo melhor.
por Tainá Miê - Coordenadora Pedagógica da Escola da Mata Atlântica
contato: tainamie@gmail.com
Setembro de 2009
